Ü FONTES DE ENERGIA:
Desde a Antigüidade, a humanidade buscou fontes de energia para melhorar o modo de vida e desenvolver trabalho.
O século XIX foi marcado pelo avanço de instrumentos técnicos, capazes de modificar de forma intensa o espaço. Por isso, podemos salientar a Revolução Industrial que exigiu a expansão em larga escala das fontes de energia, como exemplo, o carvão mineral.
No contexto atual, verificamos uma grande dependência da sociedade com os recursos energéticos, que são considerados sustentáculos do mundo pós-moderno do ponto de vista social e econômico.
A classificação das fontes de energia primária, ou seja de energia fornecida pela natureza, são classificadas em renováveis e não-renováveis. Os recursos renováveis são os que tem possibilidades de renovação como a eólica, solar hidráulica e biomassa. E as não-renováveis sem possibilidades de renovação como o petróleo, carvão mineral, xisto e os minerais energéticos e radioativos como urânio e o tório.
ü Tipos de Energia (Petróleo)
O petróleo é recurso natural, não renovável encontrado em rochas sedimentares é um combustível fóssil, fruto da deposição de restos orgânicos (plâncton). Esses sedimentos foram soterrados em antigos mares devido ao dinamismo da litosfera.
A importância desse recurso natural para sociedade contemporânea é que além de possuir maior teor calorífero do que o carvão, o petróleo tem a vantagem de se apresentar de forma líquida, o que facilita sua extração e transporte. Apresenta-se com uso muito diversificado e seus subprodutos como gases, gasolina, óleo diesel, asfalto são cada vez mais importantes para a sociedade pós-moderna.
O petróleo foi descoberto no território norte-americano na Pensilvânia no ano de 1859, e após estudos realizados por especialista, já se tinha a idéia de que essa fonte de energia iria promover uma revolução econômica e tecnológica no setor petroquímico mundial.
No final dos anos 20, formou-se o mais famoso cartel de empresas estrangeiras conhecido como as sete irmãs com o objetivo de controlar e padronizar o preço do petróleo no mercado mundial. São elas Standard OiL de New Jersey ou Exxon, Texaco, Mobil OiL, Gulf Oil, e Standard OiL do Califórnia ou Chevron, Royal-Dutch Shell ( países baixos) e pela Britsh Petroleum ( estatal britânica).
A especulação do preço desse produto no mercado mundial e a insatisfação de alguns países exportadores como Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait e Venezuela fundaram, na década de 60, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo por meio do acordo de Bagdá (OPEP).
O ano de 1973, o preço do barril subiu de 3 para 12 dólares, fato conhecido como o primeiro choque do petróleo este fato está relacionado com os conflitos oriundos entre Israel e Palestino Árabes. A partir desse momento histórico o preço do produto sobe de maneira continua.
O Panorama mundial era de uma crise pois países dependentes de importações como os países subdesenvolvidos, Japão, países Europeus não produtores de petróleo tiveram que adotar medidas de racionamento para suportar os elevados custos dessa matéria-prima tão cara paga nos últimos tempos pelo mercado mundial.
Os países ricos detentores do capital e da tecnologia recuperaram rápido a crise econômica desencadeada no Oriente Médio. Mas foi os Estados Unidos que mais se beneficiaram com os PETRODÓLARES, e a elevação do faturamento das grandes companhias que possuíam estoque de petróleo.
Petróleo no Território Brasileiro
A pioneira região à apresentar petróleo no país foi a região nordeste na área geográfica do Recôncavo Baiano,situada na estreita faixa de terra que se estende ao longo da Baía de Todos os Santos.
Posteriormente novas áreas desse recurso na região nordeste próximas do litoral foram logo exploradas.
O grande impulso do setor no mercado interno ocorreu após a crise do petróleo na década de 70, provocados por problemas geopolíticos no continente asiático maior região petrolífera do mundo. A busca por prospecção de novas jazidas ocorreu um fato inesperado foi a descoberta a plataforma da Bacia de Campos no litoral do Rio de Janeiro. Recentemente uma outra área tem grande valor estratégico que é a Bacia de Santos, que está fazendo a PETROBRAS avançar de forma avassaladora na tecnologia de ponta porque essas unidades de produção estão localizadas em alto mar.
Percebemos que as rações realizadas pela PETROBRAS, empresa de vanguarda está aproximando o Brasil num cenário de autonomia.
É de fundamental relevância conhecer o processo histórico do petróleo no Brasil. Sendo assim, podemos comentar as ações executadas pelo governo de Getúlio Vargas na década de 30, quando nacionalizou as jazidas de petróleo,portanto, toda atividade petrolífera passou, por lei, a ser obrigatoriamente realizada por brasileiros.
Ainda nasce nesse mesmo ano o Conselho Nacional do Petróleo (CNP), para avaliar os pedidos de pesquisa e lavra de jazidas de petróleo. O decreto que instituiu a (CNP), também declarou de utilidade pública o abastecimento nacional de petróleo e regulou as atividades de importação, exportação, transportes, distribuição e comércio de petróleo e derivado e o funcionamento da indústria de refino
No dia 29 de julho de 1938, foi iniciada a prospecção de petróleo no poço de Lobato região do Recôncavo Baiano. Mas somente no ano de 1939, o petróleo veio à tona. Foi considerada uma exploração subcomercial, a descoberta incentivou novas pesquisas. No início da década de 40, um dos poços perfurados deu origem ao campo de Candeias o primeiro a produzir petróleo em nosso território, a indústria de petróleo dar seus primeiros passos.
No ano de 1953, com a expansão das atividades petrolíferas uma intensa campanha popular, o presidente Getúlio Vargas assinou a lei 2004, que instituiu o monopólio estatal das pesquisas, lavra, refino, e transportes de petróleo e seu derivados e criou a PETRÓLEO BRASILEIRO S/A.No ano de 1963,o monopólio foi ampliado, abrangendo também as atividades de importações, exportação de petróleo e seus derivados.
O Brasil na década de 60, iniciou através da PETROBRAS as atividades offshore com a descoberta do campo de Grarecema, em Sergipe. Entretanto, foi em campos, no litoral fluminense, que a PETROBRAS descobriu a bacia que se tornou a maior produtora de petróleo do país. O campo inicial foi o de Garoupa
A flexibilização do monopólio foi um outro fato importante na história do Brasil. O presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou a lei de 9478 que permitiu a presença de outras empresas competindo em todos os ramos com a PETROBNRAS. Nesse contexto o monopólio deixa de existir surgindo a Agência Nacional do Petróleo, isto marca um novo panorama para empresa PETROBRAS que passa a ser uma concessionária.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Brasil já tem mais de 180 milhões de habitantes
Em 34 anos, a população brasileira praticamente dobrou em relação aos 90 milhões de habitantes da década de 1970 e, somente entre 2000 e 2004, aumentou em 10 milhões de pessoas. Em 2050, seremos 259,8 milhões de brasileiros e nossa expectativa de vida, ao nascer, será de 81,3 anos, a mesma dos japoneses, hoje. Mas o envelhecimento da população está se acentuando: em 2000, o grupo de 0 a 14 anos representava 30% da população brasileira, enquanto os maiores de 65 anos eram apenas 5%; em 2050, os dois grupos se igualarão em 18%. E mais: pela Revisão 2004 da Projeção de População do IBGE, em 2062, o número de brasileiros vai parar de aumentar.
Em janeiro de 2004, a população brasileira ultrapassou os 180 milhões de habitantes. Esta é uma das conclusões da Revisão 2004 da Projeção da População realizada pelo IBGE, a primeira a incorporar as taxas de natalidade e mortalidade calculadas a partir do Censo 2000 (divulgadas em dezembro do ano passado), além das Estatísticas de óbitos do Registro Civil 1999-2001 e da PNAD 2001. Esses estudos demográficos demonstram que as famílias estão tendo cada vez menos filhos: em 1960, a média era de seis filhos por mulher, caiu para 2,89 em 1991 e, em 2000, para 2,39. A projeção para 2004 é de 2,31 e, em 2023, a média deverá ser de 2,01 filhos por mulher – ou seja, a mera reposição das gerações. A população continuará crescendo, embora a taxas cada vez menores: dos 3% ao ano entre 1950 e 1960, a taxa caiu para 1,44% ao ano em 2004, cairá para 0,24% em 2050 e, finalmente, para zero em 2062, quando a população brasileira começará a se reduzir.
Se o crescimento da população permanecesse no mesmo ritmo dos anos 50, seríamos, hoje, 262 milhões de brasileiros. Mas, desde então, nossa taxa de fecundidade diminuiu, devido às transformações ocorridas na família brasileira, como a entrada da mulher no mercado de trabalho e a popularização dos métodos anticoncepcionais. Em 2000, uma média de 2,39 filhos por mulher, o Brasil estava na 75ª posição entre os 192 países ou áreas comparados pela ONU.
Seis milhões de mulheres a mais
As proporções entre a população masculina e feminina vêm diminuindo paulatinamente no Brasil. Em 1980, haviam 98,7 homens para cada cem mulheres, proporção que caiu para 97% em 2000 e será de 95% em 2050. Em números absolutos, o excedente feminino, que era de 2,5 milhões em 2000, chegará a seis milhões em 2050. Já a diferença entre a esperança de vida de homens e mulheres atingiu 7,6 anos em 2000 – sendo a masculina de 66,71 anos e a feminina de 74,29 anos.
Os avanços da medicina e a melhoria nas condições gerais de vida da população contribuíram para elevar a expectativa de vida dos brasileiros, que aumentou 17 anos entre 1940 e 1980 (de 45,5 para 62,6 anos, respectivamente). Em 2000, esse indicador chegou aos 70,4 anos, e deverá atingir os 81,3 anos em 2050, praticamente o mesmo nível atual do Japão (81,6 anos), o primeiro colocado no ranking. O Brasil está em 89º lugar entre os 192 países ou áreas estudados pela ONU. A média mundial para a esperança de vida ao nascer era de 65 anos, em 2000, e deverá atingir os 74,3 anos entre 2045 e 2050.
Mortalidade infantil continua alta
Desde meados da década de 1940, a mortalidade infantil vem diminuindo no Brasil, devido às campanhas de vacinação em massa, à disseminação dos antbióticos e, mais recentemente, aos exames pré-natais, às campanhas de aleitamento materno e aos agente comunitários de saúde, entre outras medidas, governamentais ou não. Em 1970, tínhamos em torno de 100 óbitos para cada mil menores de um ano nascidos vivos. Em 2000, a taxa caiu para 30 por mil, um patamar ainda alto, se considerarmos, por exemplo, os países vizinhos: 21 por mil na Argentina, 12 por mil no Chile e 15 por mil no Uruguai. No ranking dos 192 países ou área estudados pela ONU, o Brasil ocupa a 100ª posição.
Menos jovens e mais idosos
A queda combinada das taxas de fecundidade e mortalidade vem ocasionando uma mudança nas estrutura etária, com a diminuição relativa da população mais jovens e o aumento proporcional dos idosos. Em 1980, a população brasileira dividia-se, igualmente, entre os que tinham acima ou abaixo de 20,2 anos. Em 2050, essa idade mediana será de exatos 40 anos.
Outra comparação importante: em 2000, 30% dos brasileiros tinha de zero a 14 anos, e os maiores de 65 representavam 5% da população. Em 2050, esses dois grupos etários se igualarão: cada um deles representará 18% da população brasileira. Tais números revelam a importância cada vez maior das políticas públicas relativas à previdência, diante do crescente número de indivíduos aposentados, em relação àqueles em atividade. Também tornam-se cada vez mais importantes as políticas de Saúde voltadas para a Terceira Idade: se em 2000 o Brasil tinha 1,8 milhão de pessoas com 80 anos ou mais, em 2050 esse contingente poderá ser de 13,7 milhões.
População do Rio de Janeiro ultrapassa os seis milhões
Manaus subiu da nona para a oitava posição, entre os dez municípios mais populosos do Brasil, ultrapassando Recife. Com 818 habitantes, Borá continua sendo o município brasileiro com a menor número de habitantes.
Em cumprimento à lei n° 8.443, de 16 de julho de 1992, o IBGE divulga as Estimativas das Populações Residentes nos 5.560 municípios brasileiros. Em relação ao ano passado, houve aumento de população em 72,6% dos municípios brasileiros e diminuição em 27,2% deles, enquanto em apenas nove (0,2%), não houve alterações.
A Lei N° 8.443 1, de 16 de julho de 1992 determina que o IBGE deve divulgar suas estimativas anuais das populações municipais até 31 de agosto, e que esses dados podem ser questionados pelas partes interessadas até vinte dias depois. Em 31 de outubro, o instituto encaminhará a relação das populações municipais ao Tribunal de Contas da União.
Pelas projeções de 2004, percebe-se que aumentou ligeiramente o número de municípios brasileiros com menos de cinco mil habitantes: eram 1.327 e passaram a ser 1.359. Em relação a 2003, também há mais três municípios com entre cinco mil e dez mil habitantes. O maior crescimento foi do número de municípios com entre 20 mil e 50 mil habitantes: de 964 em 2003 para 1010 em 2004. O Brasil também tem mais três municípios – Feira de Santana (BA), Cuiabá (MT) e Sorocaba (SP) – com entre 500 mil e um milhão de habitantes e mais um município – Campinas (SP) – com população acima de um milhão.
1Art. 102. A Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ou entidade congênere fará publicar no Diário Oficial da União, até o dia 31 de agosto de cada ano, e para os fins previstos no inciso VI do art. 1° desta lei, a relação das populações por Estados e Municípios.
1° Os interessados, dentro do prazo de vinte dias da publicação, poderão apresentar reclamações fundamentadas à Fundação IBGE, que decidirá conclusivamente.
2° Até o dia 31 de outubro de cada ano, a Fundação IBGE encaminhará ao Tribunal de Contas da União a relação referida neste artigo
Em janeiro de 2004, a população brasileira ultrapassou os 180 milhões de habitantes. Esta é uma das conclusões da Revisão 2004 da Projeção da População realizada pelo IBGE, a primeira a incorporar as taxas de natalidade e mortalidade calculadas a partir do Censo 2000 (divulgadas em dezembro do ano passado), além das Estatísticas de óbitos do Registro Civil 1999-2001 e da PNAD 2001. Esses estudos demográficos demonstram que as famílias estão tendo cada vez menos filhos: em 1960, a média era de seis filhos por mulher, caiu para 2,89 em 1991 e, em 2000, para 2,39. A projeção para 2004 é de 2,31 e, em 2023, a média deverá ser de 2,01 filhos por mulher – ou seja, a mera reposição das gerações. A população continuará crescendo, embora a taxas cada vez menores: dos 3% ao ano entre 1950 e 1960, a taxa caiu para 1,44% ao ano em 2004, cairá para 0,24% em 2050 e, finalmente, para zero em 2062, quando a população brasileira começará a se reduzir.
Se o crescimento da população permanecesse no mesmo ritmo dos anos 50, seríamos, hoje, 262 milhões de brasileiros. Mas, desde então, nossa taxa de fecundidade diminuiu, devido às transformações ocorridas na família brasileira, como a entrada da mulher no mercado de trabalho e a popularização dos métodos anticoncepcionais. Em 2000, uma média de 2,39 filhos por mulher, o Brasil estava na 75ª posição entre os 192 países ou áreas comparados pela ONU.
Seis milhões de mulheres a mais
As proporções entre a população masculina e feminina vêm diminuindo paulatinamente no Brasil. Em 1980, haviam 98,7 homens para cada cem mulheres, proporção que caiu para 97% em 2000 e será de 95% em 2050. Em números absolutos, o excedente feminino, que era de 2,5 milhões em 2000, chegará a seis milhões em 2050. Já a diferença entre a esperança de vida de homens e mulheres atingiu 7,6 anos em 2000 – sendo a masculina de 66,71 anos e a feminina de 74,29 anos.
Os avanços da medicina e a melhoria nas condições gerais de vida da população contribuíram para elevar a expectativa de vida dos brasileiros, que aumentou 17 anos entre 1940 e 1980 (de 45,5 para 62,6 anos, respectivamente). Em 2000, esse indicador chegou aos 70,4 anos, e deverá atingir os 81,3 anos em 2050, praticamente o mesmo nível atual do Japão (81,6 anos), o primeiro colocado no ranking. O Brasil está em 89º lugar entre os 192 países ou áreas estudados pela ONU. A média mundial para a esperança de vida ao nascer era de 65 anos, em 2000, e deverá atingir os 74,3 anos entre 2045 e 2050.
Mortalidade infantil continua alta
Desde meados da década de 1940, a mortalidade infantil vem diminuindo no Brasil, devido às campanhas de vacinação em massa, à disseminação dos antbióticos e, mais recentemente, aos exames pré-natais, às campanhas de aleitamento materno e aos agente comunitários de saúde, entre outras medidas, governamentais ou não. Em 1970, tínhamos em torno de 100 óbitos para cada mil menores de um ano nascidos vivos. Em 2000, a taxa caiu para 30 por mil, um patamar ainda alto, se considerarmos, por exemplo, os países vizinhos: 21 por mil na Argentina, 12 por mil no Chile e 15 por mil no Uruguai. No ranking dos 192 países ou área estudados pela ONU, o Brasil ocupa a 100ª posição.
Menos jovens e mais idosos
A queda combinada das taxas de fecundidade e mortalidade vem ocasionando uma mudança nas estrutura etária, com a diminuição relativa da população mais jovens e o aumento proporcional dos idosos. Em 1980, a população brasileira dividia-se, igualmente, entre os que tinham acima ou abaixo de 20,2 anos. Em 2050, essa idade mediana será de exatos 40 anos.
Outra comparação importante: em 2000, 30% dos brasileiros tinha de zero a 14 anos, e os maiores de 65 representavam 5% da população. Em 2050, esses dois grupos etários se igualarão: cada um deles representará 18% da população brasileira. Tais números revelam a importância cada vez maior das políticas públicas relativas à previdência, diante do crescente número de indivíduos aposentados, em relação àqueles em atividade. Também tornam-se cada vez mais importantes as políticas de Saúde voltadas para a Terceira Idade: se em 2000 o Brasil tinha 1,8 milhão de pessoas com 80 anos ou mais, em 2050 esse contingente poderá ser de 13,7 milhões.
População do Rio de Janeiro ultrapassa os seis milhões
Manaus subiu da nona para a oitava posição, entre os dez municípios mais populosos do Brasil, ultrapassando Recife. Com 818 habitantes, Borá continua sendo o município brasileiro com a menor número de habitantes.
Em cumprimento à lei n° 8.443, de 16 de julho de 1992, o IBGE divulga as Estimativas das Populações Residentes nos 5.560 municípios brasileiros. Em relação ao ano passado, houve aumento de população em 72,6% dos municípios brasileiros e diminuição em 27,2% deles, enquanto em apenas nove (0,2%), não houve alterações.
A Lei N° 8.443 1, de 16 de julho de 1992 determina que o IBGE deve divulgar suas estimativas anuais das populações municipais até 31 de agosto, e que esses dados podem ser questionados pelas partes interessadas até vinte dias depois. Em 31 de outubro, o instituto encaminhará a relação das populações municipais ao Tribunal de Contas da União.
Pelas projeções de 2004, percebe-se que aumentou ligeiramente o número de municípios brasileiros com menos de cinco mil habitantes: eram 1.327 e passaram a ser 1.359. Em relação a 2003, também há mais três municípios com entre cinco mil e dez mil habitantes. O maior crescimento foi do número de municípios com entre 20 mil e 50 mil habitantes: de 964 em 2003 para 1010 em 2004. O Brasil também tem mais três municípios – Feira de Santana (BA), Cuiabá (MT) e Sorocaba (SP) – com entre 500 mil e um milhão de habitantes e mais um município – Campinas (SP) – com população acima de um milhão.
1Art. 102. A Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ou entidade congênere fará publicar no Diário Oficial da União, até o dia 31 de agosto de cada ano, e para os fins previstos no inciso VI do art. 1° desta lei, a relação das populações por Estados e Municípios.
1° Os interessados, dentro do prazo de vinte dias da publicação, poderão apresentar reclamações fundamentadas à Fundação IBGE, que decidirá conclusivamente.
2° Até o dia 31 de outubro de cada ano, a Fundação IBGE encaminhará ao Tribunal de Contas da União a relação referida neste artigo
Assinar:
Postagens (Atom)